OFICINA DE APRENDIZAGEM

relato de experiência

7/7/09

REFERÊRENCIAL BIBLIOGRÁFICO

CACHAFEIRO, M. S.; ROSSI, D. R. Aula-oficina: um recurso para o trabalho de geografia em sala de aula. In: SCHÄFFER, org. Neiva Otero et al. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Porto Alegre, 1998.

CASTELLAR, Sônia e VILHENA, Jerusa. Ensino de Geografia. São Paulo: Cengage Learning, 2010.

CASTELLAR, Sonia. Educação geográfica: teorias e práticas docentes. São Paulo: Contexto, 2005.

CASTROGIOVANNI, Antonio Carlos, et al: Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. Porto Alegre: UFRGS, 2003.

FIGUIRÊRO, Maria do A. Caetano, et al. Metodologia de Oficina Pedagógica: Uma experiência com crianças e adolescentes. Disponível em: http://www.prac.ufpb.anais/sempe/vsempeanais/Anais/Educação/oficina.rtf.

KAERCHER, Nestor André. Ler e escrever a geografia para dizer a sua palavra e construir seu espaço. In: SCHÄFFER, org. Neiva Otero et al. Porto Alegre: Associação dos Geógrafos Brasileiros – Seção Porto Alegre, 1998.

VENTURI, Luis Antonio Bittar. Praticando geografia: técnicas de campo e laboratório. São Paulo: Oficina de Textos, 2005.

VIEIRA, Elaine. Oficinas de ensino: o quê? Por quê? Como?. Porto Alegre: Cadernos EDIPUCRS, 11. Série educação, 1996.

 

 

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23/6/09

CONSIDERAÇÕES FINAIS

        Podemos afirmar com convicção que as Oficinas de Aprendizagem desenvolvidas basicamente através da construção de instrumentos para montar uma estação meteorológica artesanal, tiveram grande aceitação por parte das alunas, que se demonstravam motivadas com a proposta.

        Acreditamos ter praticado uma Geografia menos fragmentada, dicotômica e tradicional. Demonstrando as alunas que os conhecimentos advindos desta ciência fazem parte do seu cotidiano.

        Esta “Geografia diferente” surpreendeu os educandos, e teve uma resposta positiva. As mesmas chegaram a afirmar que mudaram o conceito que tinha sobre esta disciplina, anteriormente a julgavam nada ter a ver com nossas vidas.

        As Oficinas são uma excelente forma de construção de conceitos através de atividades práticas, e não somente daqueles conceitos que dizem respeito diretamente aos conteúdos, como também de valores, como respeito às diferenças, solidariedade e compreensão do outro.

        Uma aula Oficina, no entanto, não é simples de ser executada por apenas um professor. Pois no estágio estávamos em três, e mesmo assim não houve tempo livre, a todo o momento percorríamos a sala de aula, auxiliado os grupos.

        Uma boa alternativa para fazer uso das Oficinas nas escolas, seria a realização de um trabalho interdisciplinar. Pois além da ajuda mútua entre os educadores, o envolvimento da visão de mais de uma disciplina tornaria a Oficina ainda mais inovadora.

        A realização deste tipo de trabalho também nos fez perceber quanta diversidade há em sala de aula. Enquanto um aluno se mostrava mais habilidoso para o desenho, o outro para a escrita, a fala e assim por diante.

        Por isso acreditamos que o professor deva sempre que possível propor atividades variadas para contemplar a diversidade e estimular as habilidades que cada um possui. Algo que não ocorre em propostas uniformizantes que não levam em conta estas diferenças.

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QUARTA AULA

           Neste encontro, os grupos apresentaram os dados coletados, e os conceitos formados, assim como, houve uma discussão com o grande grupo sobre estes conceitos.

          Vimos que nosso objetivo havia sido plenamente alançado analisando esta discussão, a maneira como as alunas falavam sobre tempo e clima e a empolgação dos grupos diante dos comentários sobre tais conclusões.

          Dentre os conceitos apresentados pelos grupos, este particularmente nos chamou a tenção: “Pode-se prever ou pelo menos perceber alterações nas condições do tempo meteorológico de uma determinada região através de algumas grandezas como umidade relativa, temperatura, pressão e velocidade dos ventos, dentre outras. Portanto para que se tenha o conhecimento de como se desenvolve o tempo em um determinado local, um bairro, por exemplo, devem-se sistematizar as informações, isto é, estabelecer um horário no qual serão feitas as observações diárias e a forma como estas serão registradas.”

          Diante, desta empolgação, vimos que é possível trabalhar os conceitos geográficos de uma forma diferente, fugindo do tradicional e inovando, tornando esta disciplina atrativa, assim como afirma KAERCHER (1998):

[...] a busca de novas formas de relação com o conhecimento, novas relações entre os participantes do processo pedagógico e almeja novos padrões éticos, bem como pretende alertar para a necessidade de “novos” temas para valorizar as aulas de Geografia e cativar seus alunos, de modo a reverter o quadro atual de desestímulo que impera em nossas escolas [...] KAERCHER (p. 175, 1998).

          Após a apresentação e comentários das observações, foi realizado o encerramento da oficina e a entrega dos certificados.

certificado
 
certificado

 

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TERCEIRA AULA

          Neste encontro as alunas confeccionaram o higrômetro e o pluviômetro, assim como, aprenderam a utilizar  o termômetro.

         Higrômetro:

          Para construção do higrômetro: um pedaço de madeira em L; uma tampa de garrafa pet; um fio de cabelo; dois pregos, um pesinho.

         Como fazer: fixar um prego na parte superior do L; amarrar nele o fio de cabelo; fixar na parte inferior a tampa da garrafa pet com o outro prego, de forma que fique firme, mas possa girar; passar o fio de cabelo na pet e fixar com a fita adesiva; colocar na ponta do fio o pesinho. (como mostra na imagem).

          Como funciona:para graduar a escala, colocar um recipiente com água fervente por baixo do aparelho, com a umidade (vapor d’água) o fio de cabelo esticará, correspondendo ao máximo de umidade relativa do ar alcançada(100 %) . marcando a escala de 100 %, o resto será por aproximação.  Deverá ser colocado em um lugar arejado e protegido da chuva e sol.

grupo confeccionando o higrômetro

 grupo confeccionando o higrômetro

higrômetro

Pluviômetro:

           Para construção do pluviômetro: uma garrafa pet 2L; um recipiente graduado e ml; caneta de retroprojetor.

          Como fazer: cortar a garrafa uns 8 cm abaixo do gargalo; com ajuda do copo graduado colocar água na garrafa marcando a escala de 5 em 5 ml com a ajuda da caneta de retroprojetor; esvaziar a garrafa; encaixar a outra parte da garrafa com o bico voltado para baixo, formando um funil.

          Como funciona: este equipamento servirá para recolher a água da chuva, e através dela medir a precipitação do dia. O calculo para conversão deverá ser o seguinte: para cada 10,2ml recolhidos na garrafa pet, correspondem a 1ml de chuva caída por metro quadrado. Deverá ser colocada em um lugar plano, elevado aproximadamente 1m, em local aberto onde a chuva possa cair sem obstáculos, como árvores.

confecção do pluviômetro
confecção do pluviômetro
pluviômetro
pluviômetro

Termômetro:

           O termômetro é um equipamento utilizado para medir um dos elementos do tempo: a temperatura do ar, este elemento corresponde ao nível de aquecimento da atmosfera. Embora não seja de construção artesanal, é de fácil aquisição. O termômetro comum mostra apenas a temperatura a temperatura ambiente no momento de sua leitura, normalmente são usados termômetros de mercúrio ou álcool coloridos colocados à sombra em um local ventilado.

termômetro

           Já nas estações meteorológicas, o termômetro mais utilizado é de Six-Bellani, que registrar por um processo puramente mecânico, as temperaturas máximas e mínimas em um intervalo de tempo. Deverá ser colocado em um lugar arejado e protegido da chuva e sol.

          Neste encontro, as alunas montaram os equipamentos no pátio da escola, para fazer as observações do equipamentos em funcionamento.

          Cada aluna recebeu uma tabela onde fizeram as observações.

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14/6/09

SEGUNDA AULA

          Nesta aula as alunas começaram a confeccionar os equipamentos para a mini estação meteorológica. Os grupos confecionaram o anemômetro, barômetro e a biruta.

Anemômetro:

          Para construção do anemômetro: 1 espeto de churrasco de madeira; 1 conta de plástico com furo no meio na qual passe com folga o espeto de churrasco; 1 canudo plástico de suco; 3 palitos de dentes; 2 rolhas; uma garrafa pet (2L) com tampa; areia para encher a garrafa; 1 pedaço de papel cartaz ou cartolina.

          Como fazer: encha a garrafa de areia, até o gargalo; faça três copinhos de papelão; recorte uma das rolhas em três partes e cole-as no fundo dos copinhos, espete um palito de dente em cada rodela de rolha; faça um furo na tampa da garrafa e passe por ele o canudo, enterrando-o na areia; encaixe o espeto de churrasco no canudo, sem enterrá-lo na areia; coloque a conta plástica; espete no palito a outra rolha sem atravessá-la; espete os palitos com os copinhos na rolha que esta na ponta do palito.    

          Funcionamento: este equipamento serve para mostrar a velocidade do vento, quanto mais forte é o vento, mais rápido o anemômetro vai girar. Para contar o numero de voltas que ele dá, faça uma marca em um dos copinhos.  Para contar quantas voltas da por minuto, basta, com o auxilio de um cronômetro, contar quantas voltas da em um minuto. Deverá ser colocado em um local de livre circulação de vento. Dez voltas por minuto equivale a 15 km/h.

alunas confeccionando o anemômetro.

                               alunas confeccionando o anemômetro.

anemômetro
anemômetro

Barômetro:

            Para construção do barômetro: recipiente de boca larga (ex: vidro de maionese) limpo; um balão; um canudo; uma base que pode ser de madeira, papelão ou cartolina de aproximadamente 20 cm por 20 cm.; um pedaço de papel cartaz; 80 cm de barbante; 1 rolha.

          Como fazer: corta-se a bexiga logo abaixo do seu “pescoço” e com a parte maior cobre-se a boca do vidro de maionese mantendo a bexiga bem esticada. Com o auxílio de um barbante, fixa-se a bexiga amarrando-a na boca do vidro, pode-se passar uma fita adesiva sobre o barbante. A seguir, o canudinho de refrigerante deve ser fixado na “fatia” da rolha e, este na superfície da bexiga, o conjunto deve ser colocado ao lado de uma escala graduada, como mostra a imagem abaixo.

           Funcionamento: quando a pressão externa diminui, a pressão interna do vidro de maionese empurra a bexiga para fora, fazendo a ponta do canudinho subir, indicando que uma condição propícia para tempo seco foi alcançada. Quando a pressão aumenta, dá-se o efeito contrário. Deverá ser colocado em um lugar arejado e protegido da chuva e sol.

alunas confeccionando o barômetro

                                    alunas confeccionando o barômetro

barômetro
barômetro

Biruta:

           Para construção da biruta: um pedaço de arame que seja firme; 1/2m de tnt; linha e agulha.

          Como fazer: cortar o tecido em forma de um coador (uma das extremidades deve ficar maior que a outra); costurar as laterais, fazendo um abainha onde ser colocado o arame; deixar a outra extremidade sem costurar; parar o arame pela bainha de forma a formar um “coador”.

          Funcionamento: a biruta deve ser colocada em área aberta de livre circulação do vento, sob uma base (ex: uma taquara). Sobre a biruta deve ser colocada uma rosa-dos-ventos, para que possamos identificar a direção em que o vento esta.

montagem da biruta

     

 

montagem da biruta

biruta
biruta
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PRIMEIRA AULA

          Em nossa primeira aula, realizamos as apresentações formais, a entrega do cronograma com os materiais que serão usados para montar a mini estação meteorológica, a divisão dos grupos e uma atividade para despertar o interesse das alunas no tema proposto.

          A atividade realizada foi baseada nos “ditos” populares sobre tempo metereológico e clima, onde cada grupo recebeu cinco “ditos” , para discutir e logo após colocar ao grande grupo os conceitos formados. Foram utilizados “ditos” como: “Folga o trigo debaixo da neve, como a ovelha debaixo da pele”; “serração que baixa é sol que racha” e “circulo perto, chuva longe; circulo longe, chuva perto”.

         As questões e os conceitos que foram surgindo com esta discussão, serviu para despertar o interesse das alunas para a confecção dos equipamentos da estação.

          Em nossa primeira aula conseguimos alançar plenamente nosso objetivo, que foi motivar as alunas para o desenvolvimento do projeto. Por serem alunas do curso normal médio e futuras educadoras, o interesse em conhecer novas metodologias de ensino é muito grande, tornando o desenvolvimento do projeto muito prazeroso.

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PROJETO

TEMA:

Entendendo o clima através de uma estação meteorológica artesanal.

 

OBJETIVOS:

- criar um espaço de aprendizagem que proporcione a construção de conceitos geográficos vividos no dia a dia.

- mobilizar os alunos oportunizando situações para efetiva aprendizagem.

- analisar as alterações nas condições do tempo na região ao longo de um período.

- montar uma mine estação meteorológica.

- construir conceito de tempo e clima.

- coletar informações sobre o tempo.

 

JUSTIFICATIVA:

          Segundo Hasenack et AL:

           A montagem de uma estação meteorológica poderá proporcionar ao aluno uma vivência importante no sentido de poder participar de uma atividade de pesquisa em que várias disciplinas e colegas de diferentes níveis estarão envolvidos (1987).

 

          Nos dias atuais, o clima é um dos assuntos mais discutidos por todos, inclusive no ambiente escolar. Alguns educadores, principalmente aqueles que trabalham com séries iniciais, sentem dificuldades em desenvolver este tema com os seus alunos.

 

          A Geografia em seu vasto campo de atuação, também trabalha com este tema, com suas causas e conseqüências, e nos acadêmicos deste curso de licenciatura sentimos necessidades em desenvolver uma metodologia diferenciada para trabalhar com clima e tempo atmosférico, mostrando que é possível sair do tradicional livro didático e trabalhar com a prática.

 

         Através desta oficina, as alunas do curso do magistério terão a oportunidade de aprender a montar com materiais simples  e recicláveis uma estação metereológica, e através da observação destes equipamentos, desenvolverem conceitos que diferencia clima e tempo atmosférico, podendo usar estes materiais e conceitos para trabalhar com seus futuros alunos de uma forma diferenciada e mais atrativa.

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10/6/09

POR QUE OFICINA DE APRENDIZAGEM?

          Ampliar a curiosidade do aluno é uma operação instigante, difícil, exigente, mas gratificante. O aluno curioso procura descobrir e compreender, desta forma concentra-se numa experiência criativa aprofundando e ampliando conhecimentos que muitas vezes surpreende o professor.

             É preciso que o formando, desde o princípio de sua experiência formadora, assumindo-se como sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. (Freire, 1993).

        Segundo Vieira (1996) “… os recursos não são meramente copiados pelos alunos; eles são selecionados ou criados com a intenção de provocar uma atividade reflexiva.” A proposta  de oficinas de ensino é uma  maneira de trabalhar que completa esta idéia.

       A metodologia de oficinas possibilita a orientação e mobilização dos alunos para um trabalho diferenciado daquilo que tem sido a prática cotidiana da maioria das escolas. Uma construção do conhecimento, que transcende da visão mecanista e linear para uma ótica globalizadora que vê a realidade em seu movimento, constituída por uma teia dinâmica de inter-relações circulares. Valoriza a participação do aluno e do professor no processo de ensinar e aprender, aproveita a experiência social dos educandos para que deste modo o que está aprendendo passe a ser algo mais próximo do aluno e não tão distante, como parece no ensino tradicional.

          A Oficina de Aprendizagem, segundo Ibedem (1996) “… se trata de uma forma de ensinar a aprender, mediante a realização de algo feito coletivamente…”. Destaca-se que o processo de aprendizagem ocorrerá através da atividade prática, e nela ocorrem construções dos conceitos relacionados às temáticas desenvolvidas.

          Para que isto ocorra o professor tem papel fundamental de “… promover o espaço para discussão, permitindo que ocorram rupturas e novas construções” (Ibidem, 1996). Já o aluno, neste sentido, é aquele que constrói os significados para as questões estruturadas.

           Efetuando esta troca de experiência entre os grupos, problematizando e questionando suas idéias, os alunos passam a atuar como sujeito ativo de sua própria aprendizagem. Essas trocas propiciam o desenvolvimento do sujeito, nela se constrói o conhecimento interagindo com o meio e com os outros, vivenciando situações cotidianas, refletindo sobre elas e tomando atitudes.

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OBJETIVO

          Este blog tem por objetivo relatar a experiência dos acadêmicos do curso de Licenciatura em Geografia da Facos, Aislan Brehm, Patrícia Lima e Viviane Martins, na prática de ensino supervisionado no ensino médio I. Este, foi realizado com alunas do curso normal médio do Instituto de Educação Divina Providência, em Capão da Canoa.

          A proposta utilizada foi a Oficina de Aprendizagem, onde as alunas aprenderam a montar uma mini estação meteorológiga artezanal, construindo conceitos sobre clima e tempo meteorológico, assim como  analisar sua importância no meio em que vivemos.

          Nossa escolha pelas alunas do curso normal médio, foi poder mostrar que é possível trabalhar os conceitos geográficos com qualquer série, de maneira criativa e diferenciada. Estas alunas poderam aplicar os conchecimentos adquiridos em sala de aula, já que estas serão habilitadas para lecionar com a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental. 

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